quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fome ou vontade de comer?

Olá gente, como estão hoje?
Estou com uma forte dor de garganta, mas fora isso tudo ok!!
Não sei vocês, mas eu vivo com fome, ou seria vontade de comer? como posso saber?
Sei que ninguém tem fome o tempo todo!! Mas muitas vezes não resisto e cedo a comilança, ai o resultado do esforço da semana de RA não aparece, fico com raiva e a culpa é de quem??? de quem? MINHA!!  E da minha falta de vergonha na cara!!! 
Então, pesquisando, encontrei essa matéria interessante, espero que gostem.
Bjos
Segue a matéria:
Diferencie a fome da vontade de comer
e escape das calorias extras.
Fuja as situações em que as mastigadas só servem para aumentar os problemas com a balança 

Sentir fome o dia todo não é normal. Se você não passa mais de meia hora sem mastigar alguma coisa, alerta ligado. Pode ser esta a explicação para suas dificuldades com a balança. E, em geral, quem age assim não sente fome. Nenhum organismo tem uma necessidade tão intensa de consumir alimentos , afirma a nutricionista responsável pelo MinhaVida, Roberta Stella. Isso é vontade de comer, simplesmente. Trata-se de um sintoma que mascara ansiedade ou é disparado quando somos expostos a sensações visuais ou olfativas tipo passar na frente de uma confeitaria incrível, mesmo tendo acabado de comer sobremesa ou vasculhar a geladeira enquanto o computador ligado lembra que há trabalho a fazer .

A fome, em si, é um processo fisiológico que indica a necessidade do corpo por alimentos para manter as suas funções normais (respiração, batimentos cardíacos, contrações musculares) e realizar as atividades diárias e as do organismo. A dieta ideal também fornece os nutrientes importantes para que as reações orgânicas se processem adequadamente. Já a vontade de comer não escolhe hora e pode aparecer até mesmo logo após uma refeição, quando você já está satisfeito.

Sucumbir freqüentemente à vontade de comer pode levar ao excesso de peso e à sensação de descontrole. Por isso, a principal atitude é estabelecer uma rotina alimentar, estipulando horários para as refeições principais e, também, para pequenos lanches intermediários. A seguir, a nutricionista do MinhaVida identifica as principais situações em que o vício da mastigada mantém-se à espreita. Fique atenta e leia com atenção as dicas que a especialista dá para você se livrar do problema.

Perigo: Você tem mania de ficar beliscando, mesmo tendo acabado de comer 
Como resolver: nas refeições principais (café da manhã, almoço e jantar), consuma alimentos com maior volume e menor quantidade energética como frutas, legumes, verduras, além de cereais integrais (por exemplo, arroz integral). Dessa maneira, o organismo irá receber o alerta de saciedade, levando à interrupção da ação de se alimentar. Além disso, esses alimentos são ricos em fibras, fazendo com que o esvaziamento gástrico ocorra lentamente, ou seja, nada de não vai caber uma azeitona no seu estômago logo após o término da refeição. Outra dica é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso evita ficar beliscando e perder a noção de quanto alimento já foi consumido. 

Perigo: Com trabalho para fazer, você não pára de vasculhar a geladeira 
Como resolver: é comum querer desviar a atenção em situações que exigem muita concentração. Em casa, facilmente a geladeira é o alvo preferido. Se o cansaço bateu, faça outra atividade, como ouvir uma música, fazer uma ligação para um amigo, ver um programa na TV ou ler alguma revista ou jornal. Mas, o importante, é não transferir para o alimento algum sentimento ou recompensa por um trabalho que está sendo realizado. 

Perigo: Abusar do couvert e pedir uma refeição mais leve no restaurante 
Como resolver: No momento em que chegar ao restaurante, a fome pode estar dando sinal de vida. Entretanto, o mais prudente é fazer logo o pedido e dispensar petiscos ou o couvert, que acrescentam calorias desnecessárias no seu cardápio. 

Perigo: Sempre que senta para assistir à televisão, arruma uns petiscos Como resolver: ao assistir ao seu programa preferido, evite comer em frente à TV. Dividir a atenção com o alimento faz com que você perca a noção da quantidade ingerida, comendo demais. A melhor atitude é fazer um lanche pequeno entre as refeições principais, podendo ser frutas, iogurte, suco, barrinha de cereais. 

Perigo: Aproveita os minutos no telefone para comer alguma coisa Como resolver: falar com alguém ao telefone e ao mesmo tempo ficar petiscando não é nada agradável. Primeiro, porque a pessoa do outro lado da linha perceberá e, depois, você pode não prestar atenção ao que está sendo falado. Além de mastigar mal, prejudicando sua digestão. 

Perigo: Manter guloseimas no porta-luvas do carro 
Como resolver: já há disponíveis vários alimentos que podem ser levados para cima e pra baixo, esperando a fome. Mas é importante não fazer do carro ou da bolsa uma doceria ambulante. Boas opções são barrinhas de cereais, embalagens individuais de biscoito integral e frutas. Não há desculpas que defendam a vontade de comer. Mas, se a fome aparecer, opte pelos alimentos mais saudáveis. 



Fonte: Minha vida

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ganhei um selinho... Heeeee

Bom dia, com estão hoje?
Eu estou ótima!!
Ganhei um selinho do desafio desistir jamais!!!
 Ganhar qualquer coisa deixa a gente super animada para o dia... o ânimo vem com tudo!!

domingo, 29 de maio de 2011

Temos que pensar magro!!

Olá, como estão hoje?
Domingo é sempre um dia perigoso, não é mesmo?! Dia de receber visitas ou ir fazer visitas, coisas gostosas são sempre preparadas... difícil resistir...
Conversando um uma nutricionista e com outras pessoas, percebi que o negócio é pensar como magro.. Tá legal!! como eu faço isso?!! ai que está a dificuldade!! sou gorda, não magra, como vou pensar assim então?!! muitas perguntas, poucas respostas!!
O que me  restou foi o santo Google.. rsrsrs 
Fui pesquisar sobre isso e achei uma matéria bem interessante no site Minha Vida.
Espero que ajudem, vou imprimir para ler sempre.
Bjim
Segue a matéria:

Dicas para aprender a pensar como Magro!!!
É só decidir fazer uma dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas.O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.

Mude seus conceitos : não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.

Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos.

Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco. A solução apontada é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.

Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.

Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes.

Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa.

Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.

Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer. Optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes. 

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